“I believe every human has a finite number of heartbeats. I don’t intend to waste any of mine” N. Amstrong

sábado, 11 de dezembro de 2010

Filosofias do oriente



Chiang Mai -Tailândia, 2010
  :)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dias intermináveis



(Imagem "roubada")
 

Toda a gente se queixa que os dias passam a voar,
menos eu...

Tinta permanente

"Outro cartão, de um restaurante italiano, tinha um simples «amo-te» escrito a tinta permanente.
Tal como deve ser escrito o amor:

                                       a tinta permanente."...

                                    Ainda em A boneca de Kokoschka.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Para os amigos, lembranças doces



O Natal lá vem a caminho, e por aqui começa-se a pensar no assunto. Sem subsídio de Natal, e pouco dada a poupanças, sou adepta das prendinhas "home made". Hoje pus o avental e dediquei-me às compotas: Abóbora com nozes e Maçã, canela e limão. Ficaram deliciosas.

Sorrisos que não esqueço...



Meninos de Moçambique, 2003
 

domingo, 28 de novembro de 2010

Viajar...

é um bichinho que se apanha, que se mete no corpo e que de vez em quando dá umas crises.
Agora, agorinha mesmo, punha a mochila às costas, pegava na mão do R. e ía até à América do Sul :)
Pode ser que um dia destes....

(Imagem "roubada")

Delícias literárias

"- Sr. Vogel, se não estiver contente com o rumo das coisas-disse Isaac-, só tem de fazer uma coisa muito simples:juntar os dois pés, concentrar-se e dar um pequeno pulo na vertical. Quando os seus pés tocarem o chão outra vez, a realidade do chão, quando deixarem esse momento celeste que é o salto, quando tocarem o chão, dizia eu, provocará um pequeno tremor que abalará a direcção do universo. Se ia em determinado sentido, sentido que, por certo, não lhe agrada, basta pular para ver mudar o rumo. Mas porque o tremor é muito pequeno, os efeitos não se notam de imediato, no entanto, se pudesse olhar para o futuro, veria como foi diferente daquele futuro em que não pulou. A vida é feita destes saltinhos."
      ....
"- Vê-se logo que não percebe nada de destinos e coisas dessas. Já reparou que quando chama um gato (lembra-se do Luftwaffe, Sr. Vogel?), raramente ele corre para si em linha recta, mas faz uma parábola, uma curva? Os gatos sabem muito bem como atingir aquilo que desejam, são predadores exactos, eficazes, e fazem-no em arco, descrevem curvas no seu andar. É assim o nosso destino, fazemos curvas e parábolas para que ele se cumpra na perfeição. O redondo é a distância mais curta entre dois pontos. É preciso paciência (que é o nosso sentimento mais esférico)."
         .....

Delicio-me com estas ideias de Afonso Cruz em a A Boneca de Kokoschka.
Adoro um livro assim. Cada frase faz-me sorrir, como se estivesse a saborear uma guloseima.